À tempos reparei que o M tinha nos dentes uns pontos negros, junto às gengivas.
Na altura falei logo com a minha dentista, que me disse que não havia problema nenhum.
Aparentemente esta pigmentação negra, é algum comum nos bebés. Por vezes forma uma linha negra até.
Dizem que desaparece com o crescimento, e aparece devido a fungos que se aproveitam da insuficiente maturação salivar nos bebés.
Entre os 6 e os 8 anos, o pigmento deixa de se formar.
Pode-se fazer uma limpeza no dentista, para remover a pigmentação, sem qualquer for, mas apenas por questões estéticas dado que a existência da pigmentação negra não traz qualquer outro inconveniente.
Entretanto nas minhas pesquisas, descobri uma mãe que dizia que tinha passado a utilizar a pasta dentífrica infantil Elmex, na escovagem dos dentes do seu bebé e que a pigmentação negra tinha desaparecido. Comprei essa pasta, mas para já ainda lá estão as pintas negras nos dentes...
Para quem não sabe, para os primeiros dentes pode-se utilizar uma dedeira, à venda nas farmácias e posteriormente passar para uma escova pequenina para bebés. Comprei as duas da Chicco e gosto!
Quanto à pasta pode-se comprar tanto na farmácia como nos supermercados.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Quiet Book
Vi na internet uns vídeos giríssimos de uns livros de tecido, feitos à medida de cada criança, com actividades didácticas, são os quiet book, já ouviram falar?
Vejam este por exemplo:
Tem actividades como apanhar a fruta da árvore, pôr a roupa na máquina, vestir uma boneca, estender roupa, mas também já vi alguns com as horas, os números, etc.
Achei a ideia bastante interessante!
Andei a ver onde poderia adquirir um livro destes em Portugal, e encontrei a página Salamaleque. Já encomendei um, agora é esperar, mas as imagens que lá estão mostram livros bem giros.
Vejam alguns exemplos:
Vejam este por exemplo:
Tem actividades como apanhar a fruta da árvore, pôr a roupa na máquina, vestir uma boneca, estender roupa, mas também já vi alguns com as horas, os números, etc.
Achei a ideia bastante interessante!
Andei a ver onde poderia adquirir um livro destes em Portugal, e encontrei a página Salamaleque. Já encomendei um, agora é esperar, mas as imagens que lá estão mostram livros bem giros.
Vejam alguns exemplos:
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Baptizado do M
O baptizado do nosso M já foi, correu tudo muito bem.
O padre era muito simpático, gostei muito! Tornou aquele momento especial em algo que não iremos esquecer.
O padre era muito simpático, gostei muito! Tornou aquele momento especial em algo que não iremos esquecer.
A maioria das coisas foi feita por nós, os convites, as lembranças, a decoração das mesas (levámos as coisas para a quinta uns dias antes, e depois elas dispuseram as coisas), tratámos nós da música, contratámos um fotógrafo para eternizar todos os momentos e uma animadora para divertir as crianças. O balanço foi bem positivo :)
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Fotos incríveis mostram momento da concepção de um bebê aumentada cem mil vezes
Lannart Nilsson, um fotógrafo sueco, fez sua primeira fotografia do feto humano em 1965. Depois, passou 12 anos de sua vida tirando fotos do bebê se desenvolvendo no útero. As imagens foram feitas com câmeras de lentes de aumento, um endoscópio e um microscópio com scanner de elétrons. A ampliação das fotos corresponde a cem mil vezes o tamanho original.
Esperma nas tubas uterinas
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Eterno - Quem perde um filho, perde-se. Não tem direito a nome.
A dor de perder um filho não tem igual. Nenhuma outra perda pode ser comparada. O sofrimento é de tal magnitude que nem existe uma palavra para o dizer. Alguém que perde um ou ambos os pais é órfão. Sem o cônjuge é viúvo/a. Quem perde um filho perde-se. Não tem direito a nome. Entra num universo paralelo, na dimensão das coisas inomináveis que existem mas não têm denominação, no mundo dos fantasmas que assombram e perseguem, preenchendo casas que ficam eternamente vazias. E em silêncio. Nesse tenebroso silêncio de uma dor que não se pode chamar. E que, desse modo, sobre a qual não se pode falar, partilhar, dividir, aliviar, confortar. Ou, no limite, sequer pensar.
Todo o luto, por um amigo, por um avô, por uma mãe, é doloroso e, por vezes, longo. Mas o luto por um filho, o velar mais antinatura que existe, a rutura com o regular ciclo vital do ser humano, é como caminhar sobre água – impossível. Pode continuar-se o dia a dia, até existirem outros filhos, natais, aniversários e fins de ano, manhãs e pores do sol, mas nunca se chega a uma cicatriz. Perder um filho é, para o resto da vida, uma chaga em carne viva. Uma sangria. Ao contrário do que se diz, há insubstituíveis. E dores lancinantes que nunca passam. A saudade é uma menina.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/joana_amaral_dias/detalhe/eterno.html
Todo o luto, por um amigo, por um avô, por uma mãe, é doloroso e, por vezes, longo. Mas o luto por um filho, o velar mais antinatura que existe, a rutura com o regular ciclo vital do ser humano, é como caminhar sobre água – impossível. Pode continuar-se o dia a dia, até existirem outros filhos, natais, aniversários e fins de ano, manhãs e pores do sol, mas nunca se chega a uma cicatriz. Perder um filho é, para o resto da vida, uma chaga em carne viva. Uma sangria. Ao contrário do que se diz, há insubstituíveis. E dores lancinantes que nunca passam. A saudade é uma menina.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/joana_amaral_dias/detalhe/eterno.html
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